Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Blog sobre tudo e nada

O nome diz tudo, blog pessoal, partilhado com o mundo e para não ser levado (demasiado) a sério!

Blog sobre tudo e nada

O nome diz tudo, blog pessoal, partilhado com o mundo e para não ser levado (demasiado) a sério!

19
Jan17

Roupa em segunda mão, sim ou não?

Cada vez mais se verifica o aumento do consumismo em Portugal e eu contra mim falo! Mesmo com a crise económica instalada, os valores de pagamentos por multibanço crescem todos os meses! Mas existem de facto pessoas a quem a vida não é fácil e a ginástica financeira não chega a todas as despesas.  

Desde pequena que via a minha mãe a dar as nossas roupas que já não serviam e que se mantinham em ótimo estado a pessoas, que no entender dela precisavam. Sendo ela professora de 1º ciclo e dando aulas em locais onde as diferenças sociais se destacavam, sempre destinou bem as roupas! Então fui crescendo sempre com o espírito de "partilha" para com os outros. 

Nunca depositei roupa nos contentores espalhados pela cidade, porque já se sabe que as peças em boas condições não chegam aos que de facto precisam delas, mas morando numa cidade pequena, acaba-se sempre por saber destinar bem as coisas. Durante estes anos, nunca me passou pela cabeça vender a roupa, nem que fosse por valores simbólicos, mesmo sabendo que foi assim que a Kim Kardashian iniciou o seu império   

 

No ano passado, estive no Rio de Janeiro, e fiquei completamente em choque com a quantidade de lojas de roupa em segunda mão que existem pela cidade, sendo estas as que têm mais afluência. Inclusivamente tenho uma amiga minha, carioca de gema, que tem uma loja on-line onde revende tudo aquilo que já não usa. Chegam ao ponto de terem aplicações para smartphones de troca e venda de roupa e outros artigos usados. Obviamente que não podemos comparar o Brasil com Portugal. As nossas demografias são completamente díspares, assim como as nossas mentalidades e com a dimensão de um país como o Brasil, é natural que o negócio de produtos em segunda mão tenha alguma rentabilidade (a população é imensa, as diferenças sociais são muito evidenciadas e tudo é motivo de negócio lá, porque é preciso arranjar dinheiro). 

 

Sei que no nosso país, este tipo de negócio já vai ganhando algum corpo e as redes sociais potencializam isso, no entanto para mim, continuarei a doar, sem fins lucrativos, porque hoje sou eu que ajudo e amanhã poderei ser eu a precisar de ajuda!  

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D