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Blog sobre tudo e nada

O nome diz tudo, blog pessoal, partilhado com o mundo e para não ser levado (demasiado) a sério!

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03
Jul17

Passadiços do Paiva

Já andava há imenso tempo para visitar/conhecer os passadiços do Paiva, em Arouca, e sábado passado (01/07/2017) foi o dia de passar à ação! 

 

Para os interessados no mesmo, aconselho a compra antecipada dos bilhetes no site oficial dos passadiços, aqui.

 

Tivemos muita sorte com o tempo, da parte da manhã, estava calor, mas corria uma brisa fresca, que ajudava na caminhada e da parte da tarde, o calor, apesar de algum, foi suportável, sem problemas.

 

Iniciámos a caminhada por volta das 11h20, depois de fazer um pré pic-nic, onde se aconchegou bem o estômago  e lá começámos a aventura, no sentiro Areinho - Espiunca.

 

O início deste trajecto é chato, subimos alguns lances de escadas até encontrarmos a zona "oficial" de entrada, mas durante uns lances e outros uma pessoa pára, aprecia a vista, as cabrinhas que andam por ali a passear no monte e lá chegamos à entrada. A partir daqui é quase sempre a descer 

 

Durante o trajeto encontramos alguns Geossítios, devidamente identificados: Garganta do Paiva, Cascata das Aguieiras, Praia Fluvial do Vau (bom spot para o pic-nic), Gola do Salto  e ainda a Falha de Espiunca.

 

Na minha opinião, é um trajeto a fazer com calma, sem pressas, levar comida e bebida (água é essencial), parar ao longo do passadiço para apreciar a vista, fazer os desvios possíveis para aproveitar ao máximo.

 

Por volta das 13h parámos na praia Fluvial do Vau, para almoçar. o local dispõe de muita sombra, ótimo para carregar baterias para os pouco mais de 3km que ainda temos pela frente. O rio não estava muito convidativo a banhos, pois duas semanas antes, houve umas enxurradas de chuva e o fundo do rio estava completamente "sujo" e eu confesso que gosto de saber aquilo que ando a pisar. Andava pelo rio, todo contente, um pato selvagem, que ainda fez as delícias dos que lá andavam com um espetáculo de "natação acrobática".

 

Após uma sesta, para recuperação de baterias, seguimos caminho e a partir daqui o calor era mais acentuado, já tínhamos alguns km's em cima das pernas, mas a vontade de encontrar a placa dos 8km era tanta que ainda se fez a última subidinha com "uma perna atrás das costas" 

 

Chegados à Espiunca, aproveitamos o café e a esplanada para recuperar o fôlego e seguimos para o táxi que nos iria levar de volta ao parque de terra batida, onde tinhamos deixado o carro inicialmente.

 

Tudo foi feito nas calmas, mas ainda passámos por uns grupos onde a adrenalina reinava e estavam dispostos a fazer os dois trajectos 

O site dos passadiços explica bem o que podemos encontar e caso tivesse mais tempo, teria sido interessante ter ficado o fim de semana na zona, a aproveitar a restauração local e passear por Arouca.

 

Hoje, segunda-feira, a sensação que tenho é de que não tenho gémeos nas minhas pernas  o que poderá servir como um grande abre-olhos para o sedentarismo que ando a "praticar"

 

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